RH aposta em intercâmbio

Para incrementar o inglês de seus executivos, as empresas têm enviado os profissionais para estudar no exterior

Não é novidade que o domínio da língua inglesa faz uma grande diferença na carreira de qualquer pessoa. Atualmente, essa necessidade aumentou ainda mais, pois muitos investidores externos estão potencializando seus negócios no Brasil e como as holdings ficam nos países de origem, a tendência é que os brasileiros trabalhem com chefes e pares estrangeiros. “O inglês voltou a ser peça chave nesse momento tão importante da nossa economia”, afirma Adriana Prates, presidente da consultoria Dasein Executive Search.

O que mudou neste cenário é que antes as companhias costumavam investir apenas em aulas ministradas dentro da própria empresa, ou bancavam o curso em uma boa escola de idiomas. Agora, a opção mais comum é enviar os alto executivos para desenvolver o inglês fora de casa durante 30 dias. Faz sentido. De acordo com Marcia Mattos, gerente de Cursos no Exterior do STB, um mês de vivência no exterior pode equivaler a seis meses de aulas no Brasil. “O estudante é obrigado a sair da zona de conforto e pensa em inglês o tempo todo. Outra vantagem é que ele não será interrompido por reuniões de emergência e imprevistos típicos do cotidiano do escritório”, diz.

O gerente de negócios da Dasein, David Braga, é um desses exemplos. “Fiquei baseado em Londres, onde fiz aulas focadas em marketing, criei um networking com colegas do mundo inteiro e fiz uma imersão na cultura local”, diz. David conta que a vivência do idioma permite ao estudante uma retenção maior de informações. “Hoje conduzo tranquilamente uma conference call em inglês, algo que me apavorava antes de viajar”.

Os programas mais procurados são os de 30 dias em países como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. Contudo, comenta Adriana Prates, o benefício ainda não se estende a todos. “Para fazer esse investimento a empresa sempre avalia se o profissional tem alta performance, está nos planos de sucessão e já tem um nível intermediário de inglês.” Adriana esclarece que nos casos de média gestão e especialistas, as corporações continuamcusteando as despesas de estudo de línguas aqui no Brasil.

Fonte: Alexandra Gonsalez / VocêSA

Published in: on 7 de outubro de 2011 at 19:32  Deixe um comentário  

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